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Analistas divergem sobre "tom" do BC para justificar combate à inflação

JP Morgan diz que Copom foi cauteloso na decisão sobre Selic, mas severo na ata que inclui influência dos EUA


JP Morgan não liga cenário dos EUA à política de juros no Brasil

Na liturgia econômica, o termo “Hawkish” é usado de forma regular para avaliar a conduta de um governo para combater a escalada da inflação. No day after à manutenção da Selic em 10,50%, analistas do mercado financeiro apontaram que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC agiu desta forma para segurar a tendência de alta dos preços no cenário Brasileiro


Na visão do JP Morgan, por exemplo, o Banco Central brasileiro foi cauteloso ao não alterar a taxa básica de juros. No entanto, ao mesmo tempo, se mostrou mais severo ao expressar na ata a possibilidade de aumentar o indicador em caso de urgente necessidade. 


“O conselho sublinhou a importância de monitorar a evolução externa, nomeadamente em meio a maior incerteza sobre as perspectivas globais, argumentando mais uma vez que há não há ligação mecânica entre as taxas internas e as dos EUA”, apontou o relatório da economista-chefe do JP Morgan Brazil, Cassiana Fernandez.


Por sua vez, a UBS Global Wealth Management, avaliou que a ata do Copom não fugiu da realidade. Os analistas afirmaram “que um cenário de maior incerteza global e de movimentos cambiais mais abruptos” exige maior cautela na condução da política monetária doméstica.

 
 
 

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