Autoridade do Pentágono afirma que os EUA têm poder de fogo para "derrotar qualquer ameaça"
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Governo Trump busca acelerar produção de armamentos e reconstruir a base industrial de defesa

O subsecretário de Guerra dos Estados Unidos, Michael Duffey, afirmou que as Forças Armadas americanas possuem poder de fogo suficiente para derrotar qualquer ameaça, num momento em que Washington concentra esforços em repor estoques de armamentos consumidos durante a guerra com o Irã e em ampliar seu arsenal de forma mais ampla. "O presidente Trump, o secretário Hegseth, o chairman Caine, todos declararam claramente: estamos prontos. As Forças Armadas dos Estados Unidos podem derrotar qualquer ameaça no momento e no local de nossa escolha, e acredito que isso continua verdadeiro hoje", disse Duffey em entrevista.
As declarações chegam em meio ao escrutínio crescente sobre os estoques de armamentos americanos, à medida que os conflitos no exterior, incluindo a guerra com o Irã, elevam a demanda por mísseis e outras munições. "O presidente Trump e o secretário Hegseth estão comprometidos em reconstruir as Forças Armadas, revitalizar a base industrial de defesa, para que agora e no futuro tenhamos as armas de que precisamos", afirmou.
Ainda assim, o subsecretário Michael Duffey reconheceu que o governo busca acelerar a produção e ampliar as reservas disponíveis. "Sempre gostaríamos de ter mais armas do que temos agora, e é por isso que estamos tão focados em engajar nossos parceiros industriais, fechar esses acordos e garantir que aumentemos a produção desses mísseis-chave o mais rápido possível." Duffey também criticou diretamente a gestão anterior: "Estamos recuperando o tempo perdido. O governo Biden não entregou. Eles não focaram em desenvolver a base industrial de que precisamos para garantir que tenhamos munições no futuro previsível."
As declarações do subsecretário de Guerra Michael Duffey seguem a linha já adotada pelo presidente Donald Trump e pelo Pentágono nas últimas semanas, de reconhecer publicamente a necessidade de acelerar a produção doméstica de armamentos sem admitir qualquer fragilidade imediata na capacidade militar americana, equilibrando a urgência de reabastecer estoques com a manutenção do discurso de superioridade militar irrestrita frente a qualquer adversário.




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