BlackRock prefere renda fixa à bolsa no Brasil para o segundo semestre
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Gestora reduz emergentes de overweight para neutro; estrategista-chefe para América Latina diz que desafios fiscais continuam críticos mas que Brasil tem "proposta de valor muito concreta"

A BlackRock, maior gestora de ativos do mundo com quase US$ 14 trilhões sob gestão, enxerga o Brasil como destaque estratégico para investidores no segundo semestre de 2026, mas não pela bolsa. A preferência da casa para o país está na renda fixa, favorecida pelos altos juros reais e pela possibilidade de normalização monetária, mesmo diante do que o estrategista-chefe para a América Latina, Axel Christensen, chama de "desdobramentos fiscais críticos."


