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China ordena que empresas ignorem restrições americanas ao petróleo iraniano

Diretiva do Ministério do Comércio invoca "blocking statute" de 2021 e representa escalada sem precedente na disputa com Washington; Bessent acusa Pequim de "financiar o maior patrocinador estatal do terrorismo"



A China transformou nesta semana o que havia sido anos de contornar sanções americanas de forma opaca num desafio explícito e respaldado pelo Estado, ao ordenar oficialmente que empresas domésticas ignorem as restrições americanas que miram compradores de petróleo iraniano. A diretiva, emitida pelo Ministério do Comércio e que invoca um "blocking statute" de 2021, aplica-se especificamente às refinarias independentes conhecidas como "teapot", acusadas pelos Estados Unidos de serem as principais compradoras do petróleo iraniano sancionado.

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