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Estados Unidos e Israel lançam ofensiva em grande escala contra o Irã

Operação conjunta mira estruturas militares e nucleares do regime iraniano; Donald Trump convoca o povo a assumir o controle do país



Os Estados Unidos e o Estado de Israel deflagraram uma operação militar conjunta contra o Irã, em uma das maiores escaladas geopolíticas dos últimos anos no Oriente Médio. A ofensiva, batizada pelo Pentágono de “Operation Epic Fury” e chamada por Israel de “Roaring Lion”, teve início na manhã de sábado, no horário local, com ataques direcionados a instalações militares estratégicas e estruturas ligadas ao programa nuclear do regime iraniano.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um pronunciamento direcionado diretamente à população iraniana, incentivando-a a assumir o controle do próprio destino após o término das operações militares. Em mensagem divulgada em vídeo, o chefe da Casa Branca afirmou que o momento representaria uma oportunidade histórica para que os cidadãos iranianos se libertassem do que classificou como uma ditadura radical. Ao mesmo tempo, alertou que o cenário seria extremamente perigoso durante os bombardeios e orientou que a população permanecesse abrigada.


Donald Trump: "Ao povo do Irã, a sua hora da liberdade chegou. Fiquem em casa. Se protejam. Bombas cairão em todos os lados!”
Donald Trump: "Ao povo do Irã, a sua hora da liberdade chegou. Fiquem em casa. Se protejam. Bombas cairão em todos os lados!”

Segundo o líder norte-americano, a missão tem como objetivo eliminar ameaças iminentes à segurança nacional dos Estados Unidos e impedir que o regime iraniano avance em seu programa nuclear. O presidente Donald Trump reiterou que é política inegociável de seu governo impedir que o Irã obtenha armas nucleares, classificando o país como o principal patrocinador estatal do terrorismo no mundo.


Do lado israelense, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que os próximos dias exigirão resiliência da população. As Forças de Defesa de Israel informaram que os alvos foram estruturas militares e pontos ligados à produção de mísseis balísticos e ao desenvolvimento nuclear iraniano. Autoridades afirmam que a campanha busca degradar de forma profunda as capacidades estratégicas do regime e neutralizar ameaças existenciais ao Estado de Israel.


Imagens de satélite divulgadas pela imprensa israelense indicam danos a um complexo associado ao líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, ainda que avaliações oficiais estejam em andamento. Relatórios preliminares apontam que Ali Shamkhani, assessor sênior do regime e figura vinculada ao programa nuclear, pode ter sido morto na ofensiva, embora não haja confirmação formal.


Como resposta, o Irã lançou barragens de mísseis contra território israelense. Autoridades militares de Israel relataram que dezenas de projéteis foram disparados em cada rodada de ataque, mas, até o momento das primeiras avaliações, não haviam sido registrados impactos de grande magnitude. Alertas aéreos foram ativados em diversas regiões, e a população foi orientada a seguir protocolos de segurança e evitar a divulgação de informações em tempo real sobre eventuais pontos atingidos.


O governo israelense convocou aproximadamente 70 mil reservistas, reforçando a defesa aérea, as fronteiras e o comando interno. Escolas em determinadas áreas migraram para ensino remoto, e medidas de contingência foram ampliadas diante da possibilidade de envolvimento de grupos apoiados por Teerã, como Hezbollah e Hamas.


Em discurso, o presidente Donald Trump voltou a responsabilizar o regime iraniano por financiar, treinar e armar milícias no Líbano, no Iêmen, na Síria e no Iraque, além de apontar o apoio iraniano ao Hamas nos ataques de 7 de outubro contra Israel. O presidente afirmou que a missão, embora envolva riscos e possíveis baixas, busca impedir que uma ditadura radical ameace a estabilidade regional e a segurança internacional.


Autoridades israelenses também confirmaram que o líder supremo Ali Khamenei e o presidente iraniano Masoud Pezeshkian estavam entre os alvos estratégicos da operação, embora não tenham sido divulgados detalhes sobre eventuais danos ou baixas específicas. O cenário agora é de elevada tensão, com possibilidade de escalada regional.



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