Israel confirma eliminação de 40 comandantes iranianos e atinge núcleo do regime
- Núcleo de Notícias

- 1 de mar.
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Operação “Epic Fury” enfraquece capacidade de lançamento de mísseis e aprofunda colapso da cúpula militar de Teerã

As Forças de Defesa de Israel confirmaram neste domingo a eliminação de 40 altos comandantes militares do Irã desde o início da operação denominada “Epic Fury”. Entre os mortos está o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas iranianas em Teerã, Abdolrahim Mousavi, considerado um dos mais graduados oficiais do regime.
Segundo comunicado oficial, Abdolrahim Mousavi havia sucedido Mohammad Bagheri, morto no ataque inicial da operação “Rising Lion”, deflagrada em junho de 2025. As Forças de Defesa de Israel afirmaram que a maioria dos integrantes do mais alto escalão da liderança militar iraniana foi neutralizada, atingindo o núcleo estratégico de segurança da República Islâmica.
Os bombardeios iniciados no sábado também resultaram na morte do líder supremo, Ali Khamenei, encerrando mais de três décadas de comando marcado por repressão interna, financiamento de grupos terroristas e confronto permanente com Israel e os Estados Unidos.
Em resposta, o regime iraniano lançou mísseis em direção a Tel Aviv, acionando sirenes e forçando a população israelense a buscar abrigo em bunkers neste domingo. Apesar da retaliação, fontes militares indicam que a capacidade ofensiva de Teerã foi severamente degradada, impedindo ataques massivos contra áreas civis como os registrados em junho de 2025.
Ainda no domingo, Israel atingiu um centro de comando da Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica. De acordo com fonte de inteligência israelense, a instalação era utilizada para coordenar a repressão a protestos internos ocorridos neste ano, que resultaram na morte de dezenas de milhares de iranianos. O alvo escolhido reforça o foco estratégico da operação em desmantelar não apenas a estrutura militar externa do regime, mas também o aparato interno de coerção.
A sucessão de ataques indica uma ofensiva direcionada à espinha dorsal do sistema de poder iraniano, reduzindo sua capacidade de comando, coordenação e projeção de força regional. Ao atingir figuras centrais e centros operacionais do regime, Israel sinaliza que o objetivo vai além de ações pontuais, mirando a desarticulação estrutural de um governo que há décadas investe em desestabilização regional e apoio a organizações armadas.



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