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Jornalista americana chama Lula de "cúmplice" e ataca urnas brasileiras

Colunista do The Wall Street Journal acusa Lula de ajudar Maduro a fraudar eleições e critica urnas eletrônicas "sem recibo"


Amigos para siempre: jornalista acusa Lula de "comparsa de ditador"

Enquanto o principal veículo de imprensa brasileiro ainda tenta colocar panos quentes nas ações do Itamaraty e da presidência brasileira sobre a Venezuela, o The Wall Street Journal ousou apontar uma lista de incongruências que poderia colocar a publicação na mira do Supremo Tribunal Federal (STF).


Na avaliação da jornalista Mary Anastasia O’Grady, o papel de Luiz Inácio Lula da Silva no imbróglio das fraudadas eleições venezuelanas coloca o Brasil “do lado errado da história”, ao lado de países como Irã, Rússia, Cuba e China.


No entanto, antes de colocar o dedo na ferida, O’Grady (uma especialista nas questões políticas da América Latina) relembra aos leitores do jornal norte-americano que Lula se diz democrata, mas passou a vida toda adulando o ditador cubano Fidel Castro que o ajudou a fundar o Foro de São Paulo em 1990 - organização que, segundo ela, seria equivalente à “Internacional Comunista, fundada em 1919”.



Lula ao lado do companheiro Fidel em 1990

Em seguida, a colunista não economiza em críticas, dizendo que a inércia brasileira em condenar Nicolás Maduro afeta a vida de milhões de inocentes, vítima do regime violento comandado pelo ditador.


“Não há nada de civilizado em colocar a ideologia acima das vidas de milhões de vidas de inocentes venezuelanos”, escreveu O’Grady. “Ele (Lula) defende a ditadura, enquanto Maduro tenta roubar a eleição”, acusa a americana.


A jornalista continua o artigo, destacando o papel da oposição em contabilizar as atas das urnas, enquanto Nicolás Maduro teria fingido concordar com eleições democráticas que seriam fraudadas por ele.


“Um exército de testemunhas contou os votos junto com testemunhas do partido de Maduro e divulgou imagens dessas atas para o mundo todo ver”, destaca a colunista.


Urnas brasileiras "sem recibo"


Moraes e Lula comemorar a vitória das urnas em 2022

Além de apontar o dedo para o PT, Mary Anastasia O’Grady também alfinetou Lula, ironizando uma suposta perda de memória sobre os anos de Maduro à frente da Venezuela.


O Partido dos Trabalhadores de Lula endossou a vitória do Sr. Maduro. Mas será que eles perderam o que aconteceu nos últimos 25 anos na Venezuela?”, ironizou.


“Na verdade, pode ser que Lula não queira se opor a uma eleição na qual um tribunal político tem a última palavra. Porque é justamente assim que funciona no Brasil, onde as urnas eletrônicas não oferecem um recibo de papel”, comparou a jornalista. 


Por fim, O’ Grady lembra os leitores do The Wall Street Journal que o Brasil se esquivou de uma resolução da OEA (Organização dos Estados Americanos) que questionava o resultado das eleições na Venezuela.


“(no relatório), a evidência mostra um esforço do regime para ignorar a vontade da maioria absoluta de venezuleanos”, conclui.

 
 
 

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