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PSOL pede novo adiamento das obras da Ferrogrão

Elaborada em 2012, a Ferrogrão seria vital para o escoamento da produção de grãos nacional


Ferrogrão: obras estagnadas - Agência Brasil/EBC


O PSOL voltou a pedir o adiamento das obras da ferrovia EF-170. conhecida como Ferrogrão. Após pressão de grupos indígenas, o partido reforçou o coro contra a construção da linha, que permanece paralisada desde 2021 por decisão do ministro e relator da disputa no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes,


Em sua mais recente manifestação sobre o caso, o ministro deu um prazo de 6 meses para que os estudos sobre possíveis impactos ambientais fossem concluídos. 


Agora, o partido de Guilherme Boulos quer dar mais tempo para que um grupo de trabalho criado pelo Ministério dos Transportes possa solucionar possíveis entraves. Entre eles, a reclamação de que 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará seriam “eliminados” com a construção da Ferrogrão. 

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Ferrogrão foi criada para melhorar a logística para os produtores de grãos


Segundo o projeto original da ferrovia, a Ferrogrão deve percorrer uma rota de 933 quilômetros entre o Porto de Miritituba (PA) e o município de Sinop (MT). O governo Bolsonaro foi impedido em 2021 de iniciar oficialmente a construção da linha, após intervenção da deputada Sonia Guajajara do PSOL. O partido conseguiu uma liminar para suspender as obras junto ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.


Concebida em 2012, a Ferrogração surgiu da necessidade de melhorar o escoamento da produção de grãos nos maiores produtores do Brasil, incluindo Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. A ferrovia economizaria o processo de logística atual, em que soja, milho e outros produtos são escoados pelos portos de Santos (SP) e Paranaguá), com trecho de 2 mil quilômetros.

 
 
 

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