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Trump afirma que está "vencendo a guerra por muito" e diz que bloqueio naval está "absolutamente destruindo o Irã"

Presidente americano afirma que o Irã perde US$ 500 milhões por dia num ritmo "insustentável mesmo no curto prazo" e que o regime está "confuso e desorientado"



O presidente Donald Trump voltou ao Truth Social nesta segunda-feira para fazer um balanço do conflito com o Irã em termos que não deixam espaço para ambiguidade: os Estados Unidos estão vencendo, e a imprensa americana que diz o contrário está "torcendo para o Irã ganhar."


"Estou vencendo uma guerra, por muito. As coisas estão indo muito bem, nosso exército tem sido incrível e, se você ler as fake news, como o decadente New York Times, o absolutamente horrendo e nojento Wall Street Journal, ou o agora quase extinto, felizmente, Washington Post, você realmente pensaria que estamos perdendo a guerra", escreveu o presidente.


O presidente Donald Trump desfiou o que descreveu como o estado real do adversário: "O inimigo está confuso, porque recebe esses mesmos 'relatórios' da mídia, e mesmo assim percebe que sua marinha foi completamente eliminada, sua força aérea foi para pistas mais escuras, não tem equipamentos antimíssil ou antiaéreo, seus líderes anteriores foram em sua maioria embora (isso foi, além de tudo o mais, mudança de regime!)."


O presidente identificou o bloqueio naval como o instrumento mais decisivo da pressão atual. "Talvez mais importante que tudo, O BLOQUEIO, que não vamos retirar até que haja um 'ACORDO', está absolutamente destruindo o Irã." O cálculo apresentado é direto: o Irã perde US$ 500 milhões por dia com o fechamento do comércio marítimo, "um número insustentável, mesmo no curto prazo."


A mensagem do presidente Donald Trump cumpre simultaneamente três funções. Para o público doméstico americano, que paga US$ 4,05 por galão de gasolina e questiona o custo do conflito, reafirma que a vitória está próxima e que o sofrimento tem prazo. Para o Irã, que negocia em Islamabad esta semana, sinaliza que os Estados Unidos não aliviarão o bloqueio antes de um acordo assinado. E para a imprensa, que o presidente acusa de "torcer para o Irã ganhar", é mais uma exposição do viés e da imparcialidade que tomaram conta dos grandes veículos de comunicação americanos.



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