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A OTAN deve ser 'mais agressiva' em relação à Rússia, diz chefe do Comitê Militar

Aliança discute ações proativas, mas hesitações internas e histórico russo de hostilidades deixam cenário ainda mais tenso



A Organização do Tratado do Atlântico Norte voltou a debater, de forma explícita, a possibilidade de adotar uma postura mais agressiva diante das ações da Rússia. A discussão foi admitida pelo almirante Giuseppe Cavo Dragone, chefe do Comitê Militar da OTAN, em entrevista publicada pelo Financial Times no domingo. Giuseppe Dragone reconheceu que a aliança tem analisado alternativas para responder ao que descreve como uma “guerra híbrida” promovida por Moscou, num contexto em que a própria Rússia nega responsabilidade por provocações e frequentes incidentes — apesar do seu histórico de ataques cibernéticos, ações de desinformação e operações militares que atingem civis e infraestrutura na Ucrânia.

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