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Bolsonaro: o nosso sempre presidente



Neste dia em que celebramos o nascimento de Jair Bolsonaro, não posso deixar de reconhecer a trajetória de um homem que dedicou sua vida ao Brasil, primeiro como militar, depois como legislador e presidente. Sua gestão trouxe realizações concretas que marcaram a história econômica e social do país. Gerou mais de cinco milhões de empregos desde 2020, alcançando o menor índice de desemprego desde 2015. Na gestão de Bolsonaro, foram abertas oito milhões de empresas em três anos, demonstrando sua fé na capacidade criativa do povo brasileiro. Completou obras de infraestrutura que estavam paralisadas, como a Transposição do São Francisco, símbolo de esperança para o semiárido nordestino.


Sua administração respeitou os princípios de liberdade econômica e descentralização que o empresariado brasileiro deveria compreender. Buscou reduzir a intervenção estatal, permitindo que o mercado e a iniciativa privada florescessem. Defendeu a vida desde a concepção, alinhando-se aos valores cristãos que sustentam uma sociedade verdadeiramente humana.


Porém, após deixar o poder, Bolsonaro enfrentou uma implacável perseguição política que transcende os limites da justiça ordinária. Os eventos de oito de janeiro de 2023, de estímulos ainda encobertos, foram utilizados como pretexto para uma condenação que carece de provas. O Supremo Tribunal Federal, através de seus ministros, e a Procuradoria-Geral da República conduziram um processo que muitos observadores atentos descrevem como seletivo e politicamente motivado. A condenação a vinte e sete anos de prisão, a maior pena entre os réus, revela a percepção de que a justiça foi instrumentalizada contra um adversário político.


Sua defesa argumenta, com fundamento, que não houve provas de que Bolsonaro tenha incentivado ou endossado qualquer dos atos antidemocráticos daquele dia. Sustenta que sofreu cerceamento de defesa e que a credibilidade das acusações foi comprometida. Estes argumentos merecem consideração séria, pois a presunção de inocência e o direito a um julgamento justo são pilares da democracia que todos dizemos defender. Entretanto, na prática, o que se observou foi um tribunal de exceção.


A classe política, nesse caso em particular, precisa ser destacada pela omissão criminosa. Deputados, senadores e governadores, que ascenderam ao poder sob o guarda-chuva da popularidade de Bolsonaro revelaram suas verdadeiras naturezas quando chegou o momento de defendê-lo. Ao mesmo tempo, os presidentes de partidos, que se beneficiaram eleitoralmente de sua força política tornaram-se espectadores silenciosos da perseguição que se desenrolava nos corredores do Supremo Tribunal Federal. Alguns, mais que silenciosos, foram coniventes. Permitiram que a máquina judiciária operasse sem resistência institucional, que ministros agissem com discricionariedade política, que a Procuradoria-Geral da República conduzisse investigações seletivas. Estes líderes partidários e políticos de mandato priorizaram suas próprias sobrevivências políticas à defesa dos princípios democráticos que diziam representar. Escolheram a acomodação ao poder estabelecido em vez de enfrentar a instrumentalização da justiça. Foi um ato de covardia institucional que expôs a fragilidade moral da elite política brasileira e sua disposição em sacrificar aquele que lhes abriu as portas quando a conveniência exigiu silêncio.


Mas há algo que transcende a análise jurídica. Há uma dimensão espiritual nesta provação que não podemos ignorar. Bolsonaro enfrenta agora uma dor que vai além da física. É a dor da injustiça, da incompreensão, da solidão que acompanha aquele que se levanta contra o establishment. É a dor de ver sua vida dedicada ao Brasil ser reduzida a acusações que sua consciência rejeita.


Neste momento, é preciso lembrar que a história não é escrita apenas pelos tribunais. É escrita pela memória dos povos, pela verdade que persiste além das sentenças. Bolsonaro pode encontrar sustentação na certeza de que sua luta pela liberdade, pela vida e pela soberania brasileira não será esquecida. Há uma esperança que transcende as circunstâncias presentes, uma esperança enraizada na fé de que a verdade, ainda que tarde, prevalece.


Como católico, compreendo que o sofrimento injusto tem um significado redentor. Não é uma punição divina, mas uma oportunidade de testemunho. Bolsonaro, ao enfrentar esta provação com dignidade, oferece ao Brasil uma lição de coragem cívica. Sua resistência não é apenas pessoal, é um ato de defesa dos princípios que sustentam uma nação livre.


Que ele encontre força na fé, na certeza de que Deus vê a verdade que os homens tentam obscurecer. Que sua família o sustente nesta jornada. E que o Brasil, um dia, reconheça que um de seus filhos foi injustamente perseguido por ousar defender a liberdade e a vida.


Jair Bolsonaro merece nosso reconhecimento cívico e nossa solidariedade cristã. Sua luta continua sendo a luta pela alma do Brasil.



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