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Déficit em conta corrente no Brasil atinge US$ 4,9 bi em novembro

Rombo nos últimos 12 meses já representa 3,47% do PIB



O Brasil voltou a registrar um resultado negativo expressivo nas contas externas em novembro, com déficit em transações correntes de US$ 4,943 bilhões, segundo dados divulgados pelo Banco Central do Brasil. Com esse resultado, o rombo acumulado em 12 meses alcançou o equivalente a 3,47% do Produto Interno Bruto, patamar que reforça a deterioração estrutural das contas externas e amplia a vulnerabilidade do país ao cenário internacional.


O desempenho de novembro sucede déficits ainda mais elevados nos meses anteriores. Em setembro, o saldo negativo foi de US$ 9,774 bilhões, enquanto outubro fechou com déficit de US$ 5,121 bilhões. A sequência de resultados negativos indica que o desequilíbrio externo não é pontual, mas reflete uma tendência persistente de enfraquecimento da posição externa brasileira.


O déficit em transações correntes ocorre quando o país gasta mais no exterior do que arrecada, seja por meio de importações, pagamento de serviços, remessas de lucros e juros ou outras transferências internacionais. Quando esse desequilíbrio se aprofunda, o Brasil passa a depender de forma crescente da entrada de capital estrangeiro, seja via investimento direto ou endividamento, para financiar suas necessidades externas.


Esse cenário acende um alerta adicional diante do contexto de política fiscal conduzida pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, marcado por aumento de gastos, má administração dos recursos e perda de confiança dos agentes econômicos.


O avanço do déficit externo também limita a margem de manobra da política econômica doméstica. Quanto maior a dependência de recursos externos, maior a sensibilidade do país a oscilações cambiais, elevação do custo do crédito e deterioração das expectativas. Em vez de fortalecer a capacidade de geração de dólares por meio de exportações e investimentos produtivos, o Brasil sob a administração petista fixa-se a um padrão de fragilidade externa e desequilíbrio macroeconômico.


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