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Greve na Argentina pode impulsionar exportações da soja brasileira

Greve no país vizinho também deve impactar preço da oleaginosa no mercado brasileiro


Paralisação na Argentina deve influenciar nas exportações de soja do Brasil

O agronegócio brasileiro recebeu uma boa notícia nesta semana. Apesar da quebra da safra, a soja nacional pode ganhar um impulso nas exportações em 2024, em razão da paralisação de diversos sindicatos na Argentina. O país vizinho é o líder global de vendas de farelo e óleo de soja, enquanto os produtores brasileiros ocupam a segunda posição.


Embora a greve argentina favoreça o Brasil, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) destaca que um eventual crescimento das exportações da oleaginosa brasileira poderá interferir nas cotações do produto, aumentando os prêmios de exportação e dos preços aplicados no mercado interno.


Enquanto ainda não há cálculos sobre o incremento nas vendas de soja para o exterior, a quebra na safra 2023/2024 tem sido mantida pelos setores que contabilizam a produção. 


Conforme a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a previsão de colheita para este período é de 147,68 milhões de toneladas - número, este, que ainda poderá ser revisado para baixo em virtude da catástrofe que atingiu o Rio Grande do Sul. 


Por sua vez, a colheita de soja do período 2022/2023 chegou à marca de 154,6 milhões de toneladas e contribuiu para a histórica safra de grãos de 322,8 milhões de toneladas atingida no ano passado.

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