IBC-BR aponta estagnação econômica em 2025, com o menor desempenho desde a pandemia
- Núcleo de Notícias

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Ritmo é o mais fraco em cinco anos e demonstra a deterioração da economia brasileira

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central, conhecido como IBC-BR e tratado como uma prévia do Produto Interno Bruto, registrou variação de 2,5% em 2025, segundo dados divulgados pelo Banco Central do Brasil nesta quinta-feira(19). O número revela um cenário de estagnação, refletindo a desaceleração consistente da economia brasileira.
Trata-se do desempenho mais fraco dos últimos cinco anos, desde 2020, período marcado pelas restrições econômicas impostas durante a fase mais severa da pandemia. A perda de dinamismo ocorre em um contexto de forte expansão fiscal e aumento da carga tributária, o que evidencia a péssima condução do governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Os dados setoriais mostram um comportamento desigual. O agronegócio apresentou variação de 13,1%, funcionando como principal vetor estatístico do resultado agregado. Já o setor de serviços registrou avanço medíocre de 2,1%, enquanto a indústria teve desempenho ainda pior, com 1,5%.
É importante observar que os percentuais divulgados não configuram crescimento, mas estagnação. A variação positiva ocorre em meio a estímulos artificiais, sobretudo via aumento de gastos públicos e políticas fiscais expansionistas. Não há sinais de avanço consistente da produtividade, ampliação relevante de investimentos privados ou fortalecimento sustentável do consumo das famílias.
O resultado oficial do PIB será divulgado em 3 de março pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O Ministério da Fazenda projeta uma variação de 2,3% para 2025, número que, se confirmado, reforçará o diagnóstico de estagnação econômica, sobretudo para um país de potencial imenso como o Brasil.




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