top of page

Irã quase foi alvo do "maior ataque desde a Segunda Guerra Mundial". Por que ele não aconteceu?

Trump diz que Irã pediu negociações e que "muito progresso" foi feito



O presidente Donald Trump afirmou na quarta-feira (5), durante evento em Las Vegas, que o Irã buscou negociações depois que os Estados Unidos prepararam o que descreveu como um ataque militar massivo, argumentando que a pressão militar sustentada trouxe Teerã de volta à mesa de negociações.


Falando a apoiadores, o presidente Trump disse que os EUA estavam "prontos para o maior ataque desde a Segunda Guerra Mundial" antes de autoridades iranianas entrarem em contato pedindo conversas. "Eles me ligaram e disseram: 'Por favor, não faça isso, vamos conversar'", disse o chefe da Casa Branca.


O presidente afirmou que prefere uma resolução diplomática a uma nova ação militar, mas reiterou que a posição do governo não mudou. "Eu prefiro fazer um acordo porque não quero matar pessoas. Mas o Irã não pode ter uma arma nuclear", disse.


As declarações chegam num momento em que o governo Trump segue negociando com o Irã a reabertura do Estreito de Ormuz. Na terça-feira, o presidente americano já havia dito que "muito progresso" havia sido feito e sugerido que um acordo poderia ser fechado já nesta semana. A administração americana tem reiterado que qualquer acordo com Teerã precisa garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear, posição que o presidente Donald Trump voltou a reforçar na quarta enquanto os esforços diplomáticos continuam.



bottom of page