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Mais uma pesquisa aponta Flávio Bolsonaro à frente de Lula no segundo turno

Genial/Quaest: Senador aparece com 42% contra 40% do presidente no 2º turno, revertendo empate de março; Lula mantém liderança no 1º turno mas perde terreno nas faixas de maior renda e escolaridade



A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15) marca um ponto de inflexão na corrida presidencial: o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, com 42% contra 40%. Em março, ambos apareciam empatados com 41% cada.



No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém a liderança com 37% contra 32% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), diferença de cinco pontos que já não oferece a folga de meses anteriores. A base lulista permanece sólida no Nordeste, onde o presidente alcança 55%, mas o mapa regional conta uma história diferente nas áreas mais populosas e economicamente relevantes do país. No Sudeste, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera com 36% contra 31% de Lula. No Sul, a vantagem do senador é ainda maior: 40% a 23%.


O recorte por renda consolida o padrão de uma polarização que divide o país pela linha econômica. Lula mantém domínio entre os mais pobres, com 49% entre quem ganha até dois salários mínimos. Flávio Bolsonaro (PL-RJ) assume a dianteira nas faixas seguintes: 36% entre quem recebe de 2 a 5 salários mínimos e 39% entre os mais ricos, contra 31% e 30% do presidente. O mesmo padrão aparece na escolaridade: Lula lidera entre quem tem ensino fundamental com 48%, mas perde para o senador entre eleitores com ensino médio (37% a 30%) e superior (35% a 28%).


Entre os segmentos religiosos, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) domina o eleitorado evangélico com 43%, contra apenas 23% de Lula. O presidente mantém vantagem entre católicos, com 43% a 28%. Por gênero, a disputa é mais equilibrada entre homens (37% a 36%) e Lula abre vantagem maior entre mulheres (39% a 28%). Por idade, o presidente lidera com folga entre os mais velhos (45% a 28% entre maiores de 60 anos) e a disputa é tecnicamente empatada entre os mais jovens (34% a 33%).


A pesquisa foi contratada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas presencialmente entre os dias 9 e 13 de abril. Margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95%, registrada no TSE sob o número BR-09285/2026.



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