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Tensão geopolítica pressiona custo de fertilizantes e alerta para gargalos estruturais no campo


A escalada do conflito no Oriente Médio voltou a mexer num ponto sensível do agronegócio brasileiro: o acesso a fertilizantes importados, em especial os fosfatados usados na soja. O risco não está só no preço do insumo em si, mas no encadeamento logístico e financeiro que sustenta o plantio. Quando o choque vem, ele chega primeiro na cotação internacional, depois no frete e, por fim, no custo do produtor.


A preocupação ganhou força após o mercado já ter sentido volatilidade em nitrogenados como a ureia e passar a mirar agora o fosfato, componente central de formulações como o fosfato monoamônico (MAP, sigla em inglês) muito presente na adubação de soja e milho. O problema é que a região do Golfo e rotas associadas concentram parte relevante do comércio global de insumos e energia. Qualquer aumento de risco no transporte, no seguro e na disponibilidade de navios tende a virar custo.

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