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Trump endurece discurso e afirma que EUA impedirão avanço de Rússia e China sobre Venezuela e Groenlândia

Presidente dos Estados Unidos associa segurança energética e controle estratégico do Ártico à soberania americana


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom ao afirmar que Rússia e China não avançarão sobre a Venezuela nem sobre a Groenlândia enquanto ele estiver no comando da Casa Branca. As declarações foram feitas durante uma reunião com quase duas dezenas de executivos do setor de petróleo, realizada em Washington, com foco em investimentos energéticos após a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro em uma operação conduzida por forças norte-americanas.


Ao tratar da Groenlândia, território autônomo ligado ao Reino da Dinamarca, Donald Trump foi direto ao afirmar que os Estados Unidos “farão algo” em relação à ilha, independentemente da vontade de terceiros. Segundo ele, permitir que Moscou ou Pequim ampliem sua presença na região significaria aceitar que potências rivais se tornem vizinhas diretas dos Estados Unidos, o que classificou como inaceitável do ponto de vista da segurança nacional. O presidente deixou claro que prefere negociar com a Dinamarca, mas não descartou medidas mais duras caso um acordo não avance.


No mesmo encontro, o presidente Donald Trump reforçou que a Venezuela não pode permanecer sob influência russa ou chinesa, especialmente após a queda do regime de Nicolás Maduro. O presidente destacou que a reconstrução do país e a exploração de seus vastos recursos naturais, em especial no setor de energia, devem ocorrer sob alinhamento estratégico com Washington. Para ele, permitir a presença de adversários geopolíticos em uma área tão sensível do Hemisfério Ocidental representaria uma ameaça direta à soberania americana.


O presidente também questionou a legitimidade histórica da soberania dinamarquesa sobre a Groenlândia, argumentando que ocupações antigas não podem ser usadas como justificativa absoluta de propriedade territorial. Embora tenha elogiado a Dinamarca como aliada, deixou claro que a posição estratégica da ilha, localizada entre a América do Norte e a Europa, torna o controle do território um tema central para a defesa dos Estados Unidos.


O presidente Donald Trump voltou a insistir que a Groenlândia é essencial do ponto de vista militar e de inteligência, ressaltando a presença crescente de embarcações e submarinos russos e chineses na região do Ártico. Segundo ele, mesmo com a atual presença militar americana no território, apenas a posse plena garantiria a defesa efetiva da área. O presidente também destacou o valor econômico da ilha, rica em recursos naturais estratégicos, incluindo petróleo e terras raras.


As declarações provocaram reações negativas entre líderes europeus, especialmente na Dinamarca, que defendem que a segurança do Ártico deve ser tratada de forma coletiva no âmbito da OTAN, respeitando a soberania e a integridade territorial. Em resposta, o presidente Donald Trump afirmou que a aliança atlântica precisa compreender que os Estados Unidos não permitirão que Rússia ou China ocupem a Groenlândia, reiterando que a inação abriria caminho para esse cenário.


Ao sinalizar que o tema será tratado de forma prioritária nos próximos meses, o presidente dos Estados Unidos deixa claro que sua política externa seguirá ancorada em uma visão assertiva de soberania, segurança energética e contenção de adversários estratégicos, mesmo que isso gere tensões com aliados tradicionais da Europa.


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