CPMF Digital
- Instituto Democracia e Liberdade

- 27 de mai. de 2023
- 2 min de leitura
Atualizado: 15 de set. de 2023
O PT pretende quebrar as pernas do empresariado

O governo Lula pretende recriar a CPMF, a contribuição sobre movimentações bancárias. Com isso, o governo petista quer, novamente, capitalizar seu governo para implementar as políticas públicas que acham importante. Afinal, graças ao governo Bolsonaro, muitas estatais estão fora do alcance das garras do governo petista.
O que está por trás da CPMF? O que está por trás da volta desta contribuição tão cruel, pois iguala ricos e pobres?
É preciso dizer que o governo petista pretende transformar a CPMF num super imposto, portanto, permanente. Não é mais aquela contribuição, como foi concebida anos atrás. O PT pretende impor taxação sobre todas as movimentações bancárias, físicas e digitais, afetando até mesmo as transações comerciais realizadas por máquinas de pagamento, alcançando assim os trabalhadores informais.
E por que isso é importante para o PT?
Jamais houve qualquer revolução comunitarista, de qualquer viés, que não engessasse a iniciativa privada e o empreendedorismo. Se há possibilidade de sucesso econômico, se há possibilidade de geração de riqueza, independente do governo, o comunitarismo como tal não pode prosperar. Por isso, o que está por detrás dessa decisão, dessa política pública do governo Lula, é a tentativa de sufocar o empreendedor, é atacar o empreendedorismo. O nome do jogo é "vamos quebrar as pernas do empreendedor"; "vamos imobilizar toda a capacidade de geração de riqueza dos indivíduos".
Só assim, numa sociedade totalmente dependente do governo, dependente do "Pai" Estado, dependente de um Salvador Estatal, só assim o comunitarismo pode avançar. Eis a razão dos comunitaristas batalharem cotidianamente contra as tentativas pessoais de enriquecimento e de geração de riqueza. A meta é que cada indivíduo do país dependa de um auxílio estatal, de uma bolsa governamental, para que assim eles sejam reconhecidos e que a população se sinta devedora dos seus "salvadores".
CRÉDITOS (Imagem): Getty Images



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