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Esquerda tenta dar "uma mãozinha" para turbinar o PIB

19 de jul. de 2024
1 min de leitura

Projeto da "economia do cuidado" visa adicionar ganhos gerados por atividades domésticas ao PIB calculado pelo "novo IBGE"


Presidente do IBGE também quer alterar cálculo atual do PIB

Logo após assumir o posto de presidente do IBGE, o economista Márcio Pochmann não escondeu o desejo de dar uma “ajudinha” a seu padrinho político. Na tentativa de obter eventuais ganhos, Pochmann sugeriu alterar o método de cálculo do  Produto Interno Bruto (PIB) para “acompanhar as transformações da economia global.


"Não é algo que emerge de uma visão específica. Isso é discutido em congressos, estatísticas internacionais, no interior dos institutos nacionais e estatística, uma grande preocupação em atualizar a capacidade metodológica de capturar as transformações que estão em curso na economia mundial", afirmou o amigo de Lula.


Agora, além de Pochmann, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CDDM) deu sinal verde para acrescentar ao PIB atividades que não são remuneradas, incluídas na chamada “economia do cuidado”, como atividades domésticas e serviços comunitários.


A proposta aprovada pela CDDM prevê que os ganhos gerados por essa nova modalidade seja contabilizada pelo  Sistema Nacional de Contas, utilizado pelo IBGE de Pochmann para aferir o desenvolvimento econômico e social do País, além de “ajudar a definir e implementar políticas públicas”.


Segundo a relatora da matéria - a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) - a proposta “traz apuração mais realista da riqueza produzida no país, visibilidade do trabalho doméstico”, além de maior incentivo e fundamentação - adivinhe - à definição de políticas públicas dirigidas à mitigação de desigualdade de gênero”.

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