Governo Trump corta acesso de imigrantes ilegais a créditos fiscais reembolsáveis; medida deve poupar US$ 3 bilhões aos cofres americanos
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Cerca de 1 milhão de pessoas perderiam elegibilidade à parcela reembolsável dos benefícios

O governo Trump anunciou nesta quarta-feira novas regras que impedem imigrantes em situação irregular nos Estados Unidos de receberem reembolsos de quatro dos principais programas de crédito tributário do país, numa medida que a administração estima poder economizar cerca de US$ 3 bilhões aos contribuintes americanos. O Departamento do Tesouro e a Receita Federal americana, o IRS, divulgaram as novas exigências para restringir o acesso aos créditos de adoção, por filho dependente, de oportunidade americana para educação superior e de renda do trabalho, de forma que apenas cidadãos americanos, nacionais e estrangeiros legalmente qualificados possam recebê-los.
"Sob o presidente Trump, os dias em que estrangeiros ilegais coletavam benefícios pagos pelo contribuinte acabaram. A lei federal é clara, e o Tesouro está aplicando-a. Os contribuintes americanos não deveriam ser forçados a arcar com benefícios destinados a pessoas que a lei proíbe de recebê-los. Essas regulamentações propostas encerram o abuso, protegem a integridade do sistema tributário e colocam os americanos em primeiro lugar", declarou o secretário do Tesouro, Scott Bessent, em comunicado.


