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URGENTE: EUA realizam grande ofensiva na Venezuela e capturam Nicolás Maduro, confirma Donald Trump

Operação militar de larga escala resultou na retirada do ditador venezuelano e de sua esposa do país, em meio a explosões em Caracas e colapso do regime chavista



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou na manhã deste sábado que as Forças Armadas norte-americanas conduziram uma operação militar de grande escala em território venezuelano, que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa. Segundo o presidente Trump, ambos foram detidos com sucesso e retirados do país sob custódia das autoridades americanas.


A informação foi divulgada pelo próprio presidente americano em publicação na plataforma Truth Social. De acordo com Trump, a ação contou com apoio de agências de segurança dos Estados Unidos e será detalhada em uma coletiva de imprensa marcada para as 11h, em Mar-a-Lago. O presidente afirmou que a operação foi bem-sucedida e classificou o desfecho como decisivo.


Relatos indicam que ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas durante a madrugada, por volta das 2h no horário local. Moradores também relataram a presença de aeronaves voando em baixa altitude sobre a capital venezuelana. Helicópteros identificados como pertencentes ao 160º Regimento de Aviação de Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos, conhecido como Night Stalkers, participaram da ofensiva.



Em comunicado oficial, o regime venezuelano reconheceu que áreas civis e militares de Caracas, além dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, foram atingidas. A ditadura classificou a ação como uma agressão militar grave e acusou os Estados Unidos de promover uma ofensiva imperialista com o objetivo de controlar recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais.


A ditadura chavista também afirmou que a operação buscaria impor uma mudança de regime e destruir a estrutura republicana venezuelana, discurso já recorrente do regime diante de pressões externas. Ainda assim, a captura do ditador Nicolás Maduro representa o maior abalo institucional do chavismo desde sua consolidação no poder.


O subsecretário de Estado dos Estados Unidos, Christopher Landau, reagiu ao anúncio do presidente Donald Trump descrevendo o episódio como um novo amanhecer para a Venezuela. Em publicação na rede X, afirmou que o ditador finalmente responderá por seus crimes, após anos de repressão, narcotráfico e destruição econômica.


A ação ocorre no contexto de uma escalada militar dos Estados Unidos contra redes de narcotráfico ligadas ao regime venezuelano, incluindo ataques recentes a embarcações no Caribe e no Pacífico Oriental. Parlamentares americanos já vinham alertando para a transformação da Venezuela em um narcoestado, protegido institucionalmente por Caracas.


A ofensiva acontece poucos dias depois do ditador Nicolás Maduro ter afirmado, em entrevista gravada à televisão estatal, que estaria disposto a negociar com os Estados Unidos um acordo sobre combate ao narcotráfico e investimentos no setor de petróleo, inclusive com participação da Chevron. A fala, agora, soa como uma tentativa tardia de sobrevivência política.


Diante do cenário de instabilidade, a embaixada dos Estados Unidos em Bogotá emitiu alerta orientando cidadãos americanos a não viajarem para a Venezuela e recomendou que aqueles ainda no país permaneçam em local seguro. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos também proibiu voos de aeronaves americanas em todo o espaço aéreo venezuelano.


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