Veja os principais pontos da conferência de imprensa de Trump sobre a captura de Maduro
- Núcleo de Notícias

- 3 de jan.
- 3 min de leitura
Presidente dos Estados Unidos afirma que Washington administrará o país até uma transição segura, promete prosperidade ao povo venezuelano e alerta para novo ataque caso seja necessário

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu uma coletiva de imprensa na qual apresentou os principais pontos da ofensiva militar conduzida por Washington em território venezuelano, operação que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro durante a madrugada. Em tom firme, o presidente Trump afirmou que a ação representou uma demonstração sem precedentes da capacidade militar americana e deixou claro que os Estados Unidos assumirão a administração da Venezuela até que seja possível conduzir uma transição política considerada segura.
Segundo o presidente Donald Trump, o objetivo central da operação não foi apenas neutralizar o regime chavista, mas abrir caminho para a reconstrução institucional e econômica do país. O líder americano declarou que pretende transformar a Venezuela em uma nação próspera, afirmando que o povo venezuelano será enriquecido e terá seu sofrimento aliviado após décadas de ditadura, colapso econômico e repressão política. Para o presidente Trump, a queda de Nicolás Maduro marca o fim de um ciclo de miséria imposto por um regime associado ao narcotráfico e à destruição das liberdades individuais.
Durante a coletiva, o presidente americano fez um alerta direto àqueles que eventualmente tentem reagir à operação, afirmando que os Estados Unidos estão prontos para lançar um segundo ataque, muito maior do que o primeiro, ressaltando que essa medida só será adotada caso haja necessidade concreta. A declaração foi interpretada como um recado claro a remanescentes do aparato chavista e a eventuais aliados externos do regime deposto.
O presidente Donald Trump também enfatizou o sucesso militar da operação. Segundo ele, nenhum equipamento militar americano foi perdido e nenhum soldado dos Estados Unidos morreu durante a ofensiva. O presidente destacou que todas as capacidades militares venezuelanas foram completamente neutralizadas em poucas horas. Em uma das falas mais contundentes da coletiva, o presidente Trump afirmou que nenhuma nação no mundo conseguiria realizar o que os Estados Unidos fizeram em tão pouco tempo. Ele ressaltou que homens e mulheres das Forças Armadas americanas, atuando em conjunto com forças de segurança dos Estados Unidos, capturaram Nicolás Maduro ainda durante a madrugada, encerrando de forma definitiva o controle do ditador sobre o país.
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, também participou da coletiva e afirmou que Nicolás Maduro teve sua chance de mudar de postura, assim como o Irã em outros episódios recentes, mas optou por não fazê-lo. Para o secretário Hegseth, o desfecho da operação é consequência direta da recusa do regime venezuelano em abandonar práticas criminosas e autoritárias.
O presidente Donald Trump aproveitou ainda para comentar a situação regional e fez duras críticas ao presidente da Colômbia, Gustavo Petro. Segundo o mandatário norte-americano, o presidente Petro estaria produzindo cocaína que acaba sendo enviada aos Estados Unidos, o que, na avaliação do presidente americano, exige atenção redobrada por parte de Washington. O presidente Trump afirmou que o líder colombiano precisa "ficar de olho", deixando implícita a possibilidade de ações futuras caso o problema persista.
A coletiva reforçou a disposição do governo americano de exercer protagonismo direto na reorganização da Venezuela, apresentando a captura de Nicolás Maduro como um divisor de águas na política regional e um passo decisivo no enfrentamento a regimes autoritários associados ao narcotráfico e à instabilidade na América Latina.
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Carlos Dias.
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