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Governo Lula anuncia ampliação da reforma agrária e "pacote de desapropriações"

Plano aprofunda intervenção estatal sobre terras produtivas, aumentando o risco de conflitos, invasões e colapso do direito de propriedade rural



O governo Luiz Inácio Lula da Silva prepara um novo e amplo avanço sobre o campo brasileiro. Segundo declaração do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, o presidente deve anunciar na sexta-feira (23) a entrega de novas áreas destinadas à reforma agrária, em uma agenda organizada pelo MST em Salvador. A sinalização reforça a escalada de intervenção estatal sobre a propriedade privada rural e aprofunda um cenário de insegurança jurídica que já preocupa produtores em todo o país.


Ao justificar a medida, o ministro Paulo Teixeira afirmou que a reforma agrária seria o caminho para alcançar a chamada “paz no campo”. O discurso, no entanto, ignora a realidade concreta enfrentada por milhares de produtores que convivem com invasões recorrentes, paralisação de atividades produtivas e ações punitivas do Estado contra áreas plenamente produtivas. Na prática, o governo volta a legitimar a transferência forçada de terras, muitas delas economicamente ativas, para um modelo que acumula histórico de baixíssima produtividade e aplicação extremamente ineficiente de recursos públicos.


O ministro declarou ainda que 2026 será o ano com o maior volume de entregas de terras do atual mandato, destacando a mobilização de recursos orçamentários e extraorçamentários para acelerar o programa. A afirmação confirma que o Palácio do Planalto aposta na expansão da reforma agrária como eixo central de sua política rural, mesmo diante das evidências de fracasso do modelo e do impacto direto sobre o agronegócio, responsável por sustentar o superávit comercial brasileiro.


A escolha de anunciar as medidas em um evento do MST reforça a percepção de alinhamento ideológico do governo com um movimento historicamente associado a invasões de terras, destruição de patrimônio e violação do direito de propriedade. Ao mesmo tempo em que relativiza a legalidade no campo, o Executivo mantém uma postura permissiva em relação a ocupações ilegais.


Esse cenário se agrava com a atuação do Ministério do Meio Ambiente, sob comando do PT, que tem promovido interdições de áreas produtivas e aplicado multas pesadas a produtores rurais, inclusive com base em análises remotas por imagens de satélite. A combinação entre repressão administrativa, avanço da reforma agrária e estímulo indireto a invasões cria um ambiente de instabilidade que desestimula investimentos, paralisa a produção e amplia o risco de conflitos no campo.


Ao apostar na ampliação de um sistema comprovadamente ineficiente e ideologizado, o governo Lula sinaliza disposição para sacrificar segurança jurídica, produtividade e geração de riqueza em nome de um projeto político. Para o setor do agronegócio, o alerta é claro: a ofensiva sobre o direito de propriedade avança, e o custo tende a recair sobre quem produz, emprega e sustenta a economia brasileira.


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