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Morgan Stanley prevê dois cortes de juros pelo Fed no 2º semestre e aposta que choque do petróleo não desvia trajetória de desinflação

Banco projeta juros americanos entre 3% e 3,25% até o fim do ano, mas adverte que expectativas de inflação de longo prazo precisam permanecer ancoradas para o cenário se concretizar



Em contraponto ao pessimismo que tomou conta de boa parte do mercado desde o início da guerra no Oriente Médio, o Morgan Stanley defende que o Federal Reserve ainda tem espaço para cortar juros em 2026. Em nota recente, o banco argumenta que o choque inflacionário provocado pela disparada do petróleo é, em sua essência, temporário, e que a variável verdadeiramente decisiva para o banco central americano não é a inflação geral, mas sim se as expectativas de longo prazo permanecem ancoradas. Até o momento, diz o banco, elas permanecem relativamente estáveis.

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